A ciência do tutor
Antes de gravar, a tela registra que o tutor foi avisado. Sem esse aceite, o botão de gravar não é oferecido.
Consulta com IA
A frase está escrita na própria tela do consultório. A consulta é gravada, transcrita em português e organizada em registro clínico — e o veterinário revisa e assina no fim.
O objetivo é você ficar com o paciente, não com o teclado — fale normalmente e revise depois.
Transcrição ao vivo
Marcados enquanto você fala · a IA ouve a cada ~15s.
Rascunho salvo às 09:04 · guardado no atendimento, dá para continuar em outra máquina.
Consultório · consulta — a tela do sistema, refeita aqui para caber na página e mostrar o que um print não mostra: o registro se marcando sozinho enquanto o veterinário fala.
Como funciona
Antes de gravar, a tela registra que o tutor foi avisado. Sem esse aceite, o botão de gravar não é oferecido.
O veterinário fala com o tutor como sempre falou. A transcrição aparece ao vivo, no canto da tela, para conferência.
Queixa principal, subjetivo, objetivo, avaliação e plano se preenchem a partir do que foi dito — cada campo marcado como gerado pela conversa.
Ele lê, corrige o que precisar e assina. Só então vira prontuário — e a partir daí não volta atrás.
O que a IA não faz
Essa é a decisão mais importante do módulo, e ela é estrutural: a gravação vive no navegador do consultório até o prontuário ser salvo. Depois disso, ela deixa de existir — não há arquivo em servidor para vazar, pedir por ofício ou esquecer de apagar.
Vocabulário da clínica
Nome comercial de medicamento, apelido de procedimento, raça que ninguém escreve por extenso. Uma transcrição genérica erra exatamente nas palavras que mais importam — e é justamente essa lista que o Melea aprende.
Sem vocabulário da clínica
“aplicar lazil de pirona, meio comprimido de doze em doze”
Com o vocabulário da clínica
“aplicar Dipirona, meio comprimido de 12 em 12 horas”
Um caso real de teste: sem o dicionário da clínica, “dipirona” virou “lazil de pirona”. Com ele, a mesma frase sai correta — e a dose vai para o campo certo.
Os números da consulta
São os três números que mudam a conduta. Cada um é comparado com o histórico do próprio animal antes de entrar no prontuário — e, quando destoa, aparece para o veterinário confirmar.
Comparado ao último registro do animal. Um salto que não combina com a espécie e a idade vira pergunta, não registro.
Conferida contra a faixa da espécie. Fora dela, o campo é sinalizado — e a hipotermia não passa como erro de digitação.
Recalculada sobre o peso mais recente do prontuário. Se a dose dita não bate com a calculada, as duas aparecem lado a lado.
Perguntas frequentes
Sim, e a tela não deixa gravar antes disso: o registro de que o tutor foi avisado é um passo obrigatório, feito no próprio consultório. O aceite fica no atendimento, junto do resto.
Ela vai errar de vez em quando — por isso todo campo preenchido pela conversa vem marcado, o texto transcrito fica visível ao lado, e nada entra no prontuário sem alguém ler e assinar. A correção é uma edição no rascunho, não um formulário novo.
A tela mostra o estado do microfone antes de começar e avisa quando a captação piora. Trecho que ficou incompreensível fica em branco em vez de virar invenção — é preferível um campo vazio a uma frase que ninguém disse.
Não. O rascunho é salvo no atendimento, com a hora do último salvamento visível na tela — dá para continuar de outra máquina. O que não sobrevive é o áudio, e isso é de propósito.
Apenas veterinários e administradores da clínica. A recepção e o auxiliar não recebem a tela, e a API recusa a chamada mesmo que alguém digite o endereço direto.
A gente grava um atendimento de verdade, com o vocabulário da sua clínica, e você vê o registro clínico se montar na tela.