Segurança e privacidade

Os dados da sua clínica
não dividem tabela
com os de ninguém.

A maioria dos sistemas separa clientes por uma coluna de identificação e uma cláusula na consulta. O Melea separa por banco de dados. É mais trabalhoso de operar — e é a única separação que não depende de ninguém escrever a consulta certa.

0banco de dados por clínica, sem exceção
0das escritas na API registradas na auditoria
0caracteres mínimos na senha, trocada a cada 90 dias
0tentativas erradas e a conta trava

Isolamento

Um endereço, um banco,
uma clínica.

Banco por clínica

O subdomínio da clínica escolhe o banco antes de qualquer consulta rodar. Uma consulta mal escrita não tem como alcançar o dado de outra clínica: ela nem está conectada nele.

Sessão com versão de senha

A sessão carrega a versão da senha do usuário. Trocar a senha invalida na hora todos os outros aparelhos — o tablet esquecido na sala deixa de ser um problema.

A TV não tem conta

A tela da sala de espera é autenticada por um token do aparelho, num endereço próprio. Não existe sessão de pessoa aberta numa parede que qualquer um alcança.

Entrada no sistema

Quem está entrando —
e em quê.

O login é em etapas: primeiro quem é, depois a confirmação em segundo fator. A política de senha é aplicada pelo servidor, não sugerida pela tela.

  • MFA por código de 6 dígitos, exigido conforme a política da clínica
  • Mínimo de 10 caracteres, troca a cada 90 dias e sem repetir as 5 últimas
  • Cinco tentativas erradas travam a conta — o desbloqueio é feito pela administração da clínica
  • Recuperação por e-mail sem revelar se aquela conta existe
  • Papéis com escopo real — a API recusa o que o papel não pode, mesmo digitando o endereço direto
Melea

Acesso restrito · equipe da clínica

1 · Usuário e senha 2 · MFA

Quem está entrando?

Usuárioseu.usuario
Senha••••••••

Mín. 10 caracteres · troca a cada 90 dias

As contas são criadas pelo administrador da clínica — não há cadastro por aqui.

Registro do que aconteceu

A auditoria não é
um módulo que se liga.

Ela é automática em toda escrita da API. Não depende de a tela lembrar de gravar, nem de alguém marcar uma caixa nas configurações. Se um dado mudou, existe uma linha dizendo quem mudou e quando.

  • Prontuário assinado é imutável. O histórico só cresce: sem edição, sem exclusão, sem “ajustar depois”.
  • Fatura com pagamento não é cancelada. A trava é da regra, não da permissão de quem está na tela.
  • Estoque não fica negativo, mesmo com dois aparelhos baixando o mesmo lote no mesmo instante.
  • Descontos passam por aprovação e ficam numa fila que quem pediu também enxerga.
  • Exportação da auditoria disponível para a administração da clínica, sem pedir para ninguém.

LGPD

O tutor é dono dos
dados dele.

E o animal continua com o histórico clínico, que é da clínica e do próprio paciente. Conciliar essas duas coisas é a parte difícil — e é onde a maioria dos sistemas escolhe apagar tudo ou não apagar nada.

Anonimizar, não excluir

Quando um tutor pede a remoção, os dados pessoais dele são apagados — nome, CPF, contato, endereço. O histórico clínico do animal permanece, sem dono identificável.

Excluir a linha inteira apagaria também o prontuário de um paciente que talvez volte, com outro tutor. A anonimização atende ao pedido sem destruir registro clínico.

Consentimento e exportação

O consentimento do tutor e as preferências de contato — por onde ele aceita receber lembrete de consulta e de vacina — ficam na ficha dele, e o sistema as respeita na hora de enviar.

Quando o tutor pede os dados que a clínica guarda sobre ele, a recepção exporta a ficha completa da própria tela, sem abrir chamado com ninguém.

Mínimo necessário na tela

O CPF aparece mascarado no balcão. Na TV da sala de espera, o sobrenome do tutor é parcialmente ocultado: quem está esperando se reconhece, e a sala inteira não fica sabendo quem ele é.

São decisões de tela, mas com a mesma finalidade da lei: expor o mínimo suficiente para o trabalho acontecer.

Áudio da consulta não persiste

A gravação fica no navegador do consultório até o prontuário ser salvo, e então deixa de existir. Não há arquivo de voz em servidor.

O que fica é o texto revisado e assinado pelo veterinário — que é o documento clínico, e o único que precisava existir.

Operação

Continuidade também
é segurança.

Backup diário

Cópia diária do banco da sua clínica, com retenção e restauração testada.

Monitoramento

Verificação de saúde contínua e rastreio de erros, com alerta antes de a clínica perceber.

Tráfego cifrado

HTTPS em todo o caminho, com certificado próprio para o subdomínio da clínica.

Saída sem refém

Cancelou? A exportação completa é sua, em formato aberto, antes de o banco ser removido.

Tem uma pergunta de
segurança específica?

Responder “é seguro” não ajuda ninguém. Mande a pergunta concreta que a gente responde com o que o sistema faz — e com o que ele não faz.